CÂMBIO CVT X AUTOMÁTICO: QUAIS AS DIFERENÇAS?

Apesar de ambas pouparem o motorista do trabalho de trocar marchas, as caixas têm diferenças no funcionamento

O crescimento das vendas dos carros equipados com câmbio automático no Brasil é evidente. A cada ano que passa, cada vez menos automóveis têm opção de transmissão manual. Estudos apontam que 60% dos carros vendidos no Brasil, hoje, já dispensam o pedal da embreagem. Outro exemplo: 90% dos SUVs produzidos aqui só saem de fábrica automáticos.

Reconhecidos pelo seu conforto, essas caixas podem ser automáticas sequenciais ou do tipo CVT. Apesar de pouparem o motorista do trabalho de trocar as marchas, os dois tipos de câmbio têm algumas diferenças. E é exatamente sobre elas que falaremos a seguir.

Sigla para Transmissão Continuamente Variável, o câmbio do tipo CVT age de uma forma, teoricamente, mais complexa, mas o funcionamento é simples. Duas polias lisas são ligadas por uma corrente metálica submersa em fluido de transmissão. Dessa forma, as polias variam e sempre encontram uma marcha certa para o carro – por isso, é chamada de transmissão com relações “infinitas”.

Apesar de bastante confortável e prezar pela economia de combustível, esse tipo de câmbio tinha o estigma de ser bastante monótono. Muitos usuários relatavam que se sentiam dirigindo um vagão de metrô, devido ao som e modo de funcionamento da caixa. Isso, contudo, mudou.

As caixas CVT mais recentes utilizam-se de marchas pré-definidas pelo fabricante para proporcionar uma condução mais interessante ao motorista. Em alguns casos, possibilita até trocas de marcha simuladas.

Automático sequencial

Imagem da lateral do câmbio automático do Onix Plus Premier 27

Tipo mais popular de câmbio automático, o sistema sequencial trabalha da mesma forma que um câmbio manual, mas sem a necessidade de intervenção do motorista. Além de trocar as marchas sozinho, o sistema possibilita que, para uma condução mais esportiva, o motorista mude-as de forma “manual”.

Através de paddles-shifts atrás do volante ou até mesmo da própria alavanca de câmbio, o condutor pode escolher qual marcha deseja. Em caso de uma ultrapassagem, por exemplo, é possível reduzir para uma marcha menor para extrair mais potência do motor.

Fonte: Webmotors

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