POR QUE ALGUNS CARROS TÊM “BANGUELA” ELETRÔNICA?

Sistema de desacoplamento moderno tem gerenciamento automático e proteção contra acidentes

Porque nesses modelos um sistema eletrônico monitora o veículo e só ativa o recurso em situações específicas. Nessa “banguela moderna” o câmbio é colocado em neutro para aproveitar a inércia do carro em pisos planos ou declives suaves e reduzir o consumo de combustível.

 Assim, perde-se menos velocidade e é preciso acelerar menos para retomá-la. Porém, caso o motorista pise no freio ou a rua seja muito inclinada, a central automaticamente engata o câmbio novamente para que o motor ajude a reduzir a velocidade do veículo e não sobrecarregue os freios.

Tentar repetir isso em um carro convencional não é seguro, pois o ser humano não tem a velocidade de resposta de uma central eletrônica. Além disso, pôr em neutro um câmbio automático (de um carro sem essa “banguela inteligente”) com o veículo rodando pode danificar a transmissão de forma permanente.

Indo além

Motor Híbrido Parcial Audi (Foto: Divulgação)

Nos modelos híbridos leve/parcial, a “banguela” eletrônica vai além. Além de desengatar o câmbio em pisos planos ou levemente inclinados, esses veículos são capazes de desligar o motor sem o comprometimento de outros sistemas vitais.

Quando isso ocorre uma bateria de alta tensão alimenta o ar-condicionado, direção elétrica e bombas para lubrificação dos componentes. O motor é automaticamente religado (e o câmbio, acoplado) nas mesmas circunstâncias dos modelos com neutro automático.

DIRIGIR O CARRO EM PONTO MORTO ECONOMIZA COMBUSTÍVEL?

O carro economiza combustível andando em ponto morto, a famosa “banguela”

Assim, em quinta marcha, por exemplo, a rotação sobe para cerca de 1.500 a 2.000 rpm e o sistema cut-off (de corte) da injeção eletrônica entra em ação. É esse recurso que entende que o motor está funcionando no embalo e, como não há aceleração, corta a passagem de combustível.

Fonte: Revista Auto Esporte

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